Mais uma pessoa foi presa na tarde desta terça-feira (31) durante a operação de combate à quadrilha que ataca caixas eletrônicos em São Paulo. Com este, chega a sete o número de detidos.
O suspeito, que não é policial, foi levado ao Deic (Departamento de Investigação sobre Crime Organizado), na zona norte da capital, porque portava dois objetos que tinham mandado de busca e apreensão: um simulacro de arma e um carro do modelo Chrysler 300 C, que pode ser avaliado em até R$ 200 mil.
Outras seis pessoas foram presas na manhã desta terça-feira, e também estão detidas no Deic. Entre elas, há quatro policiais militares, um ex-PM e um civil.
Segundo informações dos investigadores, um dos militares detidos foi abordado quando chegava para trabalhar na base comunitária da Vila das Mercês, na zona sul de São Paulo. Segundo a assessoria de imprensa do Deic, também estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão.
Além dos PMs, a polícia prendeu um homem conhecido como Andrezinho, que seria responsável por "convidar" os policiais a participarem dos assaltos. Ele é apontado como o líder da quadrilha que, além de atacar caixas eletrônicos, também é investigada por assaltos a estacionamentos e pode estar envolvida na morte de um civil e de um PM.
Segundo o Deic, a quadrilha é formada por 22 pessoas, sendo que 16 já estavam presas antes da operação desta terça-feira. A assessoria de imprensa do departamento não soube informar se há mais policiais entre os detidos.
Outras quadrilhas
Outras seis pessoas foram presas na manhã desta terça-feira, e também estão detidas no Deic. Entre elas, há quatro policiais militares, um ex-PM e um civil.
Segundo informações dos investigadores, um dos militares detidos foi abordado quando chegava para trabalhar na base comunitária da Vila das Mercês, na zona sul de São Paulo. Segundo a assessoria de imprensa do Deic, também estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão.
Além dos PMs, a polícia prendeu um homem conhecido como Andrezinho, que seria responsável por "convidar" os policiais a participarem dos assaltos. Ele é apontado como o líder da quadrilha que, além de atacar caixas eletrônicos, também é investigada por assaltos a estacionamentos e pode estar envolvida na morte de um civil e de um PM.
Segundo o Deic, a quadrilha é formada por 22 pessoas, sendo que 16 já estavam presas antes da operação desta terça-feira. A assessoria de imprensa do departamento não soube informar se há mais policiais entre os detidos.
Outras quadrilhas
O delegado geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro, afirmou que outras três quadrilhas estão sendo investigadas e, por isso, novas operações devem ocorrer nas próximas semanas.
- É um trabalho complexo e infelizmente tem policiais militares envolvidos, o que tornou ainda mais complexa a atuação da Polícia Civil. O que nos contraria é que o policial é contratado para combater o crime.
Por hora, segundo Carneiro, não há indícios de envolvimento de policiais civis nas quadrilhas investigadas.
Investigação da PM
- É um trabalho complexo e infelizmente tem policiais militares envolvidos, o que tornou ainda mais complexa a atuação da Polícia Civil. O que nos contraria é que o policial é contratado para combater o crime.
Por hora, segundo Carneiro, não há indícios de envolvimento de policiais civis nas quadrilhas investigadas.
Investigação da PM
A Corregedoria da PM e a Polícia Civil investigam 26 policiais. A informação foi confirmada pelo comandante da PM, coronel Álvaro Batista Camilo, na manhã desta terça-feira (31), à Rede Record. No último sábado (28), outros três policiais foram presos por tentar explodir o caixa de uma agência bancária, na avenida Armando Arruda Pereira, no bairro do Jabaquara, zona sul de São Paulo.
Dois entraram pelos fundos e se preparavam para explodir os caixas, quando policiais do GOE (Grupo de Operações Especiais), que passavam pelo local, desconfiaram e entraram no banco.
Um terceiro policial foi preso suspeito de ajudar na ação. Ele estava em serviço, e, segundo a polícia, foi descoberto por causa de uma mensagem via SMS, avisando que o policiamento se aproximava do local em que os caixas seriam explodidos.
Um terceiro policial foi preso suspeito de ajudar na ação. Ele estava em serviço, e, segundo a polícia, foi descoberto por causa de uma mensagem via SMS, avisando que o policiamento se aproximava do local em que os caixas seriam explodidos.

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