Por Carlinhos
Hoje comemora-se o dia da imprensa. Mas, além da certeza que temos sobre sua importância, assim como de seu papel social diante da sociedade, é inegável a forma mal intencionada de como alguns meios de comunicação, conduzem a informação de forma sensacionalista ao telespectador. Seja na imprensa escrita, falada ou através dos vários meios que o mundo globalizado nos oferece, os interesses próprios e as picuinhas políticas, transformaram as emissoras de rádio, por exemplo, em comitês de campanha. Não é preciso ir muito longe de Araçagi, para percebermos isso.
É uma pena, a quantidade de jornalistas que vemos e ouvimos em nossa região, com capacidade profissional de atuar em qualquer meio de comunicação da Paraíba ou do Brasil, controlados e “infectados” por um vírus chamado – politicagem. Homens e mulheres que adentram em nosso lar, nos acompanham em nossas refeições e muitas vezes nos colocam para dormir, são conduzidos e manuseados para construir uma imagem de bom moço de um certo político, ou denegrir e rotular o “outro”, como um ser indigno de seu voto e de sua confiança.
Cabe a nós, fazermos uma reflexão sobre o que extrair de bom ou de ruim, em uma certa notícia, em uma certa informação. Cabe a nós como cidadãos e cidadãs, construirmos idéias esclarecidas e críticas diante de cada fato, de cada informe. Não cabe a mim nem a ninguém, fazer nenhum julgamento prévio, sobre quem é melhor ou mais merecedor da sua audiência. É minha obrigação e responsabilidade, informá-lo que você tem uma voz social, tem direitos e deveres que é peculiar de cada cidadão.
Não se deixem dominar, aprendam a separar o trigo do joio, pois, esse já será um grande passo para a conquista de um senso crítico, e o amadurecimento de um ser pensante, que com certeza escolherá melhor o seu representante.
Um cidadão consciente, é um cidadão perigoso, principalmente para aqueles que dominam os votos das camadas desfavorecidas de um certo poder aquisitivo. Seres humanos que pensam com a barriga, e não com a cabeça, como pessoas que tem o direito de viverem honradamente.

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